Retrospectiva 2017, um ano feminista! - Ovelha Negra Underwear | lingerie confortável e sexy - soutien, calcinha, body e harness

Retrospectiva 2017, um ano feminista!

Foto: Mario Anzuoni/Reuters and Valerie Macon/AFP/Getty

O movimento feminista ultrapassou fronteiras em 2017 e, ao invés de falar sobre o que falta e o que não aconteceu, queremos lembrar de todas as coisas boas que o último ano deixou para nós!

Para começar, não poderíamos deixar de lembrar a importância dos movimentos dentro do mundo artístico que agitaram 2017. Com denúncias e exposição de assédios que até então eram tidos como livres de punição, homens em posições privilegiados sofreram a consequência de anos de abuso com a campanha #MeToo, que movimentou as redes sociais e os tapetes vermelhos mais recentemente com a Time’sUp. Site oficial: https://www.timesupnow.com/

Foto: Timesupnow.com

 

Unidas, mulheres da indústria de entretenimento expuseram casos de violências veladas em busca de dias mais iguais pela frente, e movimentaram outras mulheres do mundo inteiro a denunciar também.

E se na vida real já fomos heroínas, o que dizer da personagem da DC Comics, Mulher Maravilha? Até o final do ano, o filme ficou entre as três maiores bilheterias de super-herói solo. Com sequência já planejada, sua força ainda serviu para que a protagonista Gal Gadot impusesse a retirada do produtor Brett Ratner da continuação após denúncias sobre assédio sexual e homofobia. Caso contrário, ela se retiraria. Confira em: https://www.instagram.com/p/BaMPWHEgaAx/?hl=pt-br&taken-by=gal_gadot

Foto: Instagram/@gal_gadot

 

Em tantos gestos que traduzem o sentido de empoderamento, era de se esperar que o ano fosse das mulheres. A Time concordou e a típica capa da revista norte-americana que retrata a “Pessoa do Ano” estampou não uma, mas cinco mulheres que “quebraram o silêncio” em 2017.

Precursoras de movimentos de denúncia, na capa está a atriz Ashley Judd, uma das primeiras a se manifestar sobre os abusos do produtor HarveyWeinstein; a ex-engenheira do Uber, Susan Fowler, que denunciou a cultura de assédio sexual dentro da empresa, entre outras mulheres. Segundo o editor-chefe Edward Felsenthal, a coragem e atos dessas mulheres desencadearam as mais rápidas mudanças culturais desde a época de 1960. Detalhes em: http://time.com/5049635/person-of-the-year-cover-groups-history/

Foto:  www.time.com

 

Essa mudança, inclusive, foi sentida online. Segundo dados disponibilizados em outubro pelo dossiê Google BrandLab, a pesquisa pela palavra “feminismo” teve um crescimento de 200% dentro da plataforma de busca nos últimos 4 anos.

E se a revolução social vem da educação de novas gerações, o lançamento do livro “Histórias de ninar para garotas rebeldes”, que reúne fábulas sobre grandes feitos de 100 mulheres da nossa história, não pode ser deixado de lado. De Frida Kahlo à Cora Coralina, a coletânea é uma inspiração, e embora aborde de forma mais superficial as realidades dos ícones, até pela classificação infantil, a mensagem final vem para romper com os papéis geralmente estabelecidos para mulheres em contos de fada mais tradicionais.

Foto: https://esquerdaonline.com.br/2017/04/18/sobre-o-livro-historias-de-ninar-para-garotas-rebeldes/

 

Falando em literatura, foi também em 2017 que a tradicional Feira de Literária Internacional de Paraty (Flip) teve em sua programação oficial mais mulheres do que homens. Sob curadoria de Josélia Aguiar, as mesas estiveram mais diversas e mais inclusivas. Em 2018, a homenageada da vez será Hilda Hist, grande poeta brasileira que possui uma literatura em prosa também muito densa e bastante sexualizada. Mais em: http://flip.org.br/

Foto:  https://www.dm.com.br/entretenimento/2017/12/hilda-hilst-na-flip.html

 

Para encerrar, vamos lembrar que no mundo da moda, onde a gente transita constantemente, uma das maiores redes de lojas de departamento da Europa, a John Lewis, aboliu a divisão entre setores feminino e masculino na área infantil.  Para os diretores da rede britânica, que tem hoje 48 lojas e mais de 150 anos de tradição, a mudança parte da vontade de não mais reforçar estereótipos de gênero na infância. Mantendo o estilo das roupas, os vestidos floridos e cor-de-rosa não levam mais o título de “para meninas”. Não é legal?

Se 2018 seguir essa linha, seremos só conquistas. Aliás, estão sabendo que na Islândia, a igualdade salarial entre homens e mulheres que ocupam os mesmos cargos virou lei? Ficamos felizes com a notícia! E você, ovelha, o que tem de bom pra compartilhar? Conta pra gente!

 

Carmela Scarpi para o Blog da Ov

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